Thursday, December 24, 2015

Microcefalia: aborto sim.

Enquanto os casos de microcefalia aumentam vergonhosamente no Brasil, já apareceram "juristas" para insistir na proibição do aborto, se o feto for acometido desse mal.

A lei penal brasileira é uma das mais repressoras, semelhante às das mais brutais teocracias, quanto ao aborto:  só permite se "não houver outro meio" de salvar a vida da gestante ou se a gravidez resultar de estupro.

O Congresso Nacional, dominado por fanáticos religiosos e chauvinistas ignorantes, defende restrições maiores ainda ao direito de aborto.

Quanto à gravidez de fetos anencefálicos, foi necessário o Supremo Tribunal Federal se pronunciar pela legalidade do aborto nesses casos, na ADPF 54.

A microcefalia é uma doença incurável que provoca deficiência física e mental profunda no seu portador, tornando-o inteiramente dependente de cuidados de outras pessoas pela vida inteira.

Saber-se grávida de um feto com microcefalia é saber-se grávida de uma criança condenada a nunca ter saúde e autonomia.  A trazer ônus emocionais, financeiros, limitações à liberdade de estudar, viajar, ter sucesso profissional, etc.  Tudo isso, perfeitamente evitável, se a ciência for utilizada em favor da mãe e da família:  se a mulher puder escolher se aborta ou não.


Wednesday, November 25, 2015

Homens que Odeiam as Feministas

Homens que odeiam as feministas são "homens" que não gostam de mulheres. Simples assim.

Men Who Hate the Feminists

Men who hate the feminists don't like women. Simple as that.

Sunday, October 18, 2015

15 Things Mature Men Don't Do In Relationships

A couple of weeks ago I came across a text entitled "15 Things Mature Women Don't Do in Relationships".  Then I searched for a text about what mature MEN don't do in relationships.  What a surprise! Found none.

As if only women needed some advicing on this...   Men are always mature, know everything, need no preaching, no training...

Sorry I disagree!

Here goes a maturity manual for dudes.

15 Things Mature Men Don't Do in Relationships

1.  They  understand that women are human beings.
Mature men know that women and men are equally human  and enjoy equal worth and equal rights in whatsoever field and relationship.
This should be common sense.  Nevertheless, sexism is still alive and interferes in every human relationship, affective most of all.
How can a couple develop trust and love if one of the partners thinks the other inferior and worthless?

2.  They don't set an idealised image of the right woman.
Immature men often create an ideal of woman, which their partners-to-be are expected to fulfil. Many relationships set apart because of deluded and unrealistic expectations. Real life women are human beings, with qualities and faults.

3.  They don't judge women only on their looks or on what their buddies think of them.
Mature men seek companionship, someone to talk to and spend life with.  There's much more than good looks and to hold a couple together.

4.  They don't behave as apes.
Talking and laughing aloud, moving abruptly, sitting with legs wide open, invading other people's space, scolding the partner, especially in public, mistaking roughness for manliness:  c'mon, we're not on jungle!

5.  They don't treat women as toys.
That means, they don't start a relationship unless they are available and open for.  They don't hang around with a woman to disappear next.
Also, this means they understand thay women have feelings which must be known, understood and respected.  Mature men don't expect women to behave as it pleases them, or how they believe they would in the same situation.  Mature men neither treat women's reaction to a situation or behaviour that annoys them as overreaction.

6.  They treat every women right, no matter who and where she is, and how she looks.

7.  They don't see their partners as secondary to their friends.

8.  They don't let their buddies rule their lives.
Some guys act as if they were still at college's brotherhood, which matter more than their partners and whose word has to be taken seriously.  Certain men give up thinking for themselves, knowing how they really feel, to live on their circle of friends choices.

9.  They don't intend to rule nor patronise women.
They see women as their equals, not as the weaker or the less sensible, who ought to be ruled or taught to behave as it pleases them.

10.  They don't take confrontation as offensive.
Confrontations are normal in relationships;  mature men listen to their partners and are open to carefully consider them.  They don't feel the need of winning every argument.
They don't take women's complaints or non-conformity to a given situation as unreasonable as a starting point.  They try to put themselves on their shoes.

11.  They don't refrain from recognising they're wrong, apologising and changing their minds.
Immature men assume that women are always wrong as a starting point, so they refuse to ration otherwise.

12.  They don't scold nor raise their tune to address to the partner, not even when there's a dispute between them.

13.  They never attack their partner either physically or emotionally.

14.  They focus on the partner's qualities, not on their flaws.
They don't give up a woman just because she's said and done something they didn't like.  First, they ask her about her reasons and are open to understand how she feels.

15.  They don't feel insecure about their partners' triumphs.
Sexism rules that men must be superior to women in every field; that men ought to be wealthier and smarter than their partner, otherwise they are losers.
Such standards are long ago outcome.  Mature men know this and behave accordingly to such knowledge.


Thursday, September 24, 2015

Tenha filhos e ganhe um presente

Vejam só:

A OAB aprovou (21.09, segunda-feira), como parte do "Plano Nacional de Valorização da Mulher Advogada", a concessão de descontos, até mesmo a isenção total, da anuidade, no ano em que advogadas parirem ou adotarem filhos. 
A notícia qualifica a medida como "conquista histórica"
Em que sentido isto promove a igualdade de gêneros na advocacia?
Em nenhum sentido.
Nenhum.
A OAB concede vantagem financeira às mulheres que tiverem ou adotarem filhos.  Os homens que tiverem ou adotarem filhos não se beneficiarão desses descontos e isenções.  Eles, juntamente com mulheres e homens que não tiverem filhos, terão que pagar a conta desse presente.

Ora, essa isenção só tem um fundamento:  sexo feminino e maternidade.  Não importa se a mulher exerce a advocacia;  se ela tem capacidade financeira para suportar a anuidade;  não importa nada mais.

A única finalidade desse favor é premiar a advogada que exercer o papel tradicionalmente esperado das mulheres:  ser mãe.

 Maravilha!
Segue o link da matéria, direto da fonte:

Saturday, September 12, 2015

"Eu te prometi alguma coisa?"

Não digas a ele como tu te sentes, nem o que queres.  Cabe a ele sentir e querer algo primeiro.  Ele tem estado atrás de ti?  Não significa nada!  Não te atrevas a pensar que ele quer algo sério contigo:  acredite que ele não quer, será mais fácil.  Quem és tu para te creres alguém especial?  É ingenuidade acreditar nisto.  Ele te prometeu alguma coisa?  Então por que diabo esperas que ele te trate como uma namorada, uma noiva?

“E se tu me veres com outra garota?”

Estás chocada com tal pergunta?  Não devias, babe.  É normal hoje em dia.  É assim que as coisas se passam agora.  Ele escolhe com quem ele quer sair, não importa se vós tendes estado juntos, se ele já foi te buscar no aeroporto, não te ponhas a pensar que tens o direito a um compromisso dele contigo, muito menos esperes que ele te seja fiel.  Esta pergunta?  Oh, garota, não sejas infantil.  Ele só está sendo honesto contigo, tu não o vês...

Não te atrevas a esperar que eles sejam honestos...  Os homens não têm que sê-lo...  És tu que tens que ser esperta.

Duplos padrões:  precisamos falar sobre isto e acabar com eles!  Nós participamos de sua perpetuação, é isto que eu lhe queria mostrar com este texto.

Saturday, August 22, 2015

"Have I promised you anything?"

"Have I promised you anything?"
Don't tell him how you feel, neither what you want.  It's up to him to feel and want anything first.  He's been after you?  It means nothing.  Don't you dare to think he's serious about you:  assume he's not, that'll be easier.  Who are you to believe yourself someone special?  It's so naïve to believe so.  Has he promised you anything?  Then why the hell do you expect  him to treat you like a girlfriend, a fiancée, or a wife?

"What if you see me with another girl?"
Are you shocked by such question?  Shouldn't be, babe.  It's normal nowadays.  It's how things are today.  He chooses whoever he wants to go out with, no matter if you've been together, if he's picked you up at the airport already, don't you go on thinking you're entitled to his commitment to you, least of all expect him to be true to you.  This question?  Oh, girl, don't be childish.  He's just being honest with you, don't you see...

Don't you dare to expect them to be honest...  Men don't have to...  It's you who oughtta be smart.

Double standards:  let's talk about it and hit them dead!  We take part into perpetuating them, that's what I wanted to show.

Friday, July 17, 2015

Piadas machistas têm graça?

Não, são uma desgraça.

São agressões feitas para diminuir e machucar as mulheres.

Contar uma piada machista é tão reprovável quanto contar uma piada racista.

Se não é aceitável diminuir alguém por conta de sua raça, sua cor, é igualmente inaceitável diminuir alguém por ser mulher.

Simples assim.

English


Are sexist jokes funny?

No, they are disgraceful.
They are verbal abuse made to diminish and hurt women.
Telling a sexist joke is as reprehensible as telling a racist joke.
If it is not acceptable to diminish someone because of his/her race or colour, it is equally  unnaceptable to diminish someone for being a woman.
Simple as that.

Here goes an excellent text about it, written by Toula Drimonis:

Wednesday, May 27, 2015

O machismo nos relacionamentos

Não vou falar da violência doméstica.
Não vou falar na discriminação diretamente praticada contra as trabalhadoras.
Vou falar do machismo nosso de cada dia, nem sempre declarado, do qual quem o pratica muitas vezes não se dá conta.

Em ambientes de trabalho, algumas práticas masculinas já são identificadas como expressões de machismo.  Sobre isso, há um excelente texto publicado no Think Olga, O machismo também mora nos detalhes, cuja leitura recomendo.  Práticas:  manterrupting (homens que interrompem a mulher, sempre que ela está falando), bropriating (homens que se apropriam das ideias de uma mulher e leva crédito por elas, mansplaining,   quando um homem dedica seu tempo para explicar algo óbvio a uma mulher,  como se ela não fosse capaz de compreender.
O texto  O machismo também mora nos detalhes fala, também, de uma outra prática, a qual, porém, não se restringe ao ambiente de trabalho, mas é muito frequente no dia-a-dia das mulheres:  o gaslighting, violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz.  Bem, recomendo a leitura do texto original, que bem explica essas práticas.
Mas do machismo nos relacionamentos afetivos heterossexuais ainda pouco se fala.  

Hoje, no Brasil, é muito comum uma forma de relacionamento, o ficar  sem compromisso.  Às vezes fica-se uma só vez;  em outros casos, muitas vezes. 
Os homens brasileiros simplesmente estão impondo o ficar às mulheres, seja a fim de se livrarem do dever de fidelidade, seja a fim de as "testarem". 
Espera aí, Simone Andréa, que mulher nunca fez isso também?  Quem nunca deu uns beijos e abraços num cara que jamais namoraria?
Ok, mas será que vale a pena? O problema é que isto se tornou regra, e uma regra que eles nos impingem.
Aliás, ainda nos relacionamos com os homens de acordo com as regras que eles nos têm impingido;  com os valores que a eles interessam;  e, pior:  concordamos com isso, consentimos nisso, e, caso algumas gatas pingadas resolvam agir com a mesma liberdade deles, ou (o que é pior!) questioná-los... essas gatas pingadas são tachadas de   loucas.

Homens têm e não abrem mão da iniciativa da conquista:  só eles se creem no direito de conquistá-las.  A mulher fazer o inverso?  Não!
 
Os homens, quando querem uma mulher, não sossegam enquanto não têm certeza de que a conquistaram;  uma vez conquistada, eles se creem no direito absoluto de dela fazerem o que bem entenderem, de preferência, desprezá-la, bancarem o difícil, o disputado, quando são, na verdade, o...  babaK.

Homens têm e não abrem mão do direito absoluto de ter a "posse" da mulher, ainda que latam, "não quero compromisso".  Ela sai sem ele e ele sabe onde ela foi?  Ele vai atrás só para dar uma conferida, se ela não foi com algum outro ou se está se comportando "direito".

E há outras sandices que eles praticam, que ferem e magoam, como se fossem a coisa mais normal e inofensiva do mundo;  e as praticam para ter o controle do relacionamento, do coração e da mente da mulher. Ai da mulher que expõe seu inconformismo! 

Mas, se não fosse nossa colaboração, nossa passividade, o machismo nos relacionamentos já teria caído de podre há muito tempo.  Nossa colaboração:  refiro-me ao tipo de mulher (infelizmente, muitas!) que não só não reage, mas coopera com isso.  E há sempre aquela vagabunda que acusa as demais de "não saberem levar os homens".

Depois volto com mais artilharia.


Sexism in relationships

I will not speak of domestic violence.
I will not talk about  discrimination directed against women workers .
I will speak of our daily sexism, not always confessed , whose perpetrators are not always aware of.
In the workplace, some male practices are already identified as expressions of sexism . On this, there is an excellent article published in Think Olga ,  O machismo também mora nos detalhes (only in Portuguese), which reading I recommend.  Practises:  manterrupting (men interrupt women when they're speaking), bropriating (men  who appropriate the ideas of a woman and take credit for them), mansplaining (when a man devotes his time to explain something obvious to a woman, as if she were unable to understand it) .
The text O machismo também mora nos detalhes also speaks of another practise which is definitely not restricted to work place:  gaslighting, emotional violence through psychological manipulation, that leads a woman and everybody around her to think she's gone mad or is incapable of living by herself. 
However, very little is told about sexism in heterosexual relationships.
In nowadays Brazil, non-committal relationships are overspread, known as "ficar" (hook up).  Sometimes a couple hooks up only once;  sometimes, more than once.  The thing is, Brazilian men are simply imposing hook up on women, either to escape from being true, either to "test" them.  Hold on, Simone Andréa:  which woman has never done this either?  Who has never kissed and hugged a guy she'd never date?
All right.  The thing is, this has become a rule, and a rule that guys have imposed us.
Moreover, we still get involved with men according to the rules that they have made;  to the values that are good for them;  and, which is worse:  we agree with that, and, if a few of us dare to act as freely as they do, or (even worse!) question them...  these few lasses are labelled mad.
Men have and won't yield courtship initiave:  they are sure of their right to win women.  Girls doing it?  Oh, no!  If they do so, they are "worth less" (than the other).
When a man wants a woman, he won't give her up till he's sure he has won her;  once he win the lady, he believes himself entitled to the absolute power of making whatever he chooses of her, like despising her, playing hard, disputed, when he is, in fact, a... jerk.
Men have and won't yield (what they believe as) their absolute right to "own" women, even though they bark, "I don't want commitment".  She goes out without him and he knows where she's gone to?  He goes after her just to make sure she has not gone with another guy or if she's behaving "well".
And there are other crazy, hurting and upsetting things they do, as if they were the most regular and harmless on Earth;  and they do them just to control the relationship, as well as women's hearts and minds.  And woe to women that express their nonconformity!
Nevertheless, if it was not our cooperation, our passivity, sexism in relationships should have already long ago fallen rotten.   Our cooperation:  I mean the type of woman (unfortunately, so many!) that not only does not react, but agrees with or encourages sexist standards.  And there's always that lady who blames the other for "not knowing how to lead men".

Soon I'll come back with more artillery.



Tuesday, March 24, 2015

Restaurante "A Tribo" Discrimina e Maltrata Mulheres


Ontem, 22.03, fui almoçar no restaurante "A Tribo", CLN 105, Brasília, DF,  e sofri discriminação machista muito clara e grosseira de um fulano que se apresentou como "dono" do negócio. Eu e uma amiga lá almoçamos e ocupamos uma mesa coletiva, de seis lugares. Quando chegamos, já havia duas pessoas à mesa, pedimos licença e nos sentamos, como de costume em mesas coletivas de self services
Daí, enquanto almoçávamos, as outras pessoas terminaram de comer e foram embora. 

Quando eu e minha amiga terminamos de comer, continuamos lá, conversando, como estava ocorrendo nas demais mesas, pois àquela hora já havia pouco movimento. Daí, um cara que estava trabalhando no restaurante, sem uniforme, ao recolher os pratos, dirigiu-se à minha amiga  dizendo assim, em tom autoritário: "eu vou reservar esta mesa. Dá para tirar essa bolsa da cadeira?" (Ele apontou para a minha bolsa, a qual já foi tocando) A minha amiga respondeu, "já estamos de saída, mas não dá para tirar esta bolsa porque ela é da minha amiga (eu), que está no toalete". 
O cara, "mas vou reservar a mesa". 
Assim que desci,  minha amiga me contou o ocorrido. Aí observei que realmente havia muitas outras mesas ocupadas com pessoas que já tinham terminado de almoçar e estavam conversando. O cara que tinha exigido a mesa estava no caixa. Perguntei para ele por que escolhera "pedir" a nossa mesa, já que na maioria das demais mesas as pessoas também tinham terminado de almoçar e estavam conversando (detalhe: nas outras mesas nessa situação, havia famílias e casais). Ele, num tom ríspido, respondeu, "você está totalmente errada! Eu não escolhi a sua mesa, eu tinha 6 pessoas em pé para acomodar e a sua mesa tinha 6 lugares". Repliquei, "aqui todo mundo espera quando não tem lugar, tem outras mesas em que as pessoas estão só conversando, mas você tinha que pedir justo a única mesa só com duas mulheres". O  fulano, no seu sotaque semelhante ao lusitano, levantou a voz e rudemente disse que eu estava errada e o restaurante era dele e lá ele mandava, que o problema estava na minha cabeça. Aí fui ao ponto e devolvi: "se eu estivesse errada, você não reagiria tão mal, com tanta agressividade; você, em primeiro lugar, pediria desculpas, calmamente diria que foi um mal-entendido e se explicaria, com respeito. Mas você já reagiu falando rispidamente, como se, só por ser homem, pudesse ralhar com uma mulher."
 Daí veio a pior parte: ele levantou o queixo e me disse assim, alto, para quem quisesse escutar, "o seu problema é que você não gosta de homem."

Com essa frase, o fulano revelou todo o seu ódio contra as mulheres,  comprovou a prática da discriminação sexista e ainda me difamou diante de toda a clientela do local, expondo-me de forma vexatória.  Os machistas adoram dizer isso quando as mulheres jogam em suas caras seu preconceito e seus erros.
 
 Aí respondi um pouco do que ele merecia ouvir,  o que não reproduzirei. E falei em alto e bom som, para os presentes no restaurante, esse sujeito aqui me discriminou por ser mulher. Dei as costas e saí. O tipo, para mostrar um "puder " que ele não tem, gritou, "você não entra mais aqui". E ouviu de mim, não entro porque tenho asco, porque aspirante a homem nenhum manda em mim. Detalhe: o fulano não é brasileiro, mas, até onde sei, angolano (branco). Espero que não tenha visto de permanência no país, pois merece ser expulso, para nunca mais poder voltar.

Enquanto não for alterada a redação da Lei 7.716/1989, para que a discriminação resultante de preconceito contra as mulheres passe a ter o mesmo tratamento penal do racismo, fatos deploráveis como esse continuarão ocorrendo.  

Restaurante "A Tribo", de Brasília, CLN 105:  um restaurante inimigo das mulheres, em que seu "dono" ou aspirante a essa condição discrimina e desrespeita as mulheres.  

Esse sujeito (que aparenta uns 30, 35 anos de  idade) nenhum, nenhum respeito merece.  Esse restaurante, que, além de discriminar as mulheres, recusa-se a emitir nota fiscal, merece ser boicotado e fechado.