Tuesday, June 21, 2016

Ministério da Justiça: Transparência NOTA ZERO

Vejam só:  o Ministério da Justiça acabou com o atendimento presencial.

Duvidam?  Confiram.  Isso aconteceu ainda no governo Dilma.  Cadê o governo provisório para corrigir os erros da antecessora?

E mais:  o Ministério da Justiça NÃO DISPONIBILIZA os e-mails do gabinete do Ministro, para que a população com ele se comunique.

Sequer um e-mail do próprio Ministério, para receber as opiniões do povo brasileiro.

Que Ministério da Justiça é esse?

Autoritário, autocrático, obscuro (porque não é transparente), e supremamente ANTIDEMOCRÁTICO.

Antidemocrático porque se RECUSA a ouvir o povo, que é o DONO do poder!  Todo o poder emana do povo!  Está na Constituição, art. 1º, parágrafo único!

Que vergonha que o Ministério da Justiça seja antidemocrático justamente no governo do constitucionalista Michel Temer, em que o Ministro da Justiça é o também constitucionalista Alexandre de Moraes.

Mulheres colaboracionistas e machismo


Por que o machismo ainda está vivo?  Os homens são suficientemente poderosos para mantê-lo, sem a ajuda das mulheres?

Todas nós sabemos há quanto tempo o machismo vem se arrastando, e o quão historicamente recente as ideias feministas vieram à luz.  Entretanto (ao menos em países ocidentais), ouso dizer que, se não fosse o comportamento de muitas mulheres, o machismo já poderia ter diminuído severamente.

Não podemos manter a crença ingênua de que todas as mulheres são vítimas do machismo;  que todas as mulheres são contra ele, quando todas sabemos que há aquelas que chegam a se manifestar contra o Feminismo.

Conscientemente ou não, muitas mulheres perpetuam o sexismo. 


Não vou falar sobre as que não estão conscientes de suas atitudes sexistas;  prefiro focar nas mulheres que escolhem cooperar com o machismo.  Vou chamá-las de collabos, ou colaboracionistas.

Mulheres colaboracionistas são tanto aquelas que defendem abertamente quanto as que cooperam com o machismo.  Há mulheres que são abertamente contrárias à igualdade de gêneros e falam o que pensam enquanto tal.  São, por exemplo, aquelas que dizem que o Feminismo tornou as vidas das mulheres mais "difícil".  Algumas chegam a dizer, "não sou feminista, sou feminina."  Nesta categoria, também ponho aquelas que apoiam o machismo alegadamente devido a crenças religiosas.  No Brasil, há grupos e comunidades anti-Feminismo.  Eles reclamam que mulheres e homens não são iguais, o que justifica que cada qual exerça diferentes papeis na sociedade.  Mulheres desses grupos dizem, por exemplo, que o Feminismo fez as mulheres trabalharem mui duramente e ficarem sobrecarregadas;  que as mães têm que estar presentes na criação dos filhos e os homens devem ser os "chefes da família".  Há uma matéria jornalística sobre esse fenômeno,O movimento das anti-feministas (Istoé online).

A cooperação compreende diversas atitudes, como adotar comportamento ditado pelo machismo ou não se opor a ele.  Nesta categoria, coloco mulheres que não fazem nada diante de atitudes sexistas, como não reagir quando confrontadas com um comportamento, comentário ou piada machista.  Também, aquelas que nada fazem quando testemunham violência sexista, assim como as que não apóiam as mulheres que reagem contra atitudes machistas. 

Mulheres colaboracionistas também são aqueles que (acreditam) tirar vantagem do machismo.  Há muitos exemplos disto.  Você vê mulheres que se apresentam como "senhoritas", mesmo sabendo do caráter discriminatória dessa forma de (des)tratamento;  você vai ver, e com frequência, algumas senhoras ufanando-se de "saber" como "lidar com os homens":  nunca os confrontando abertamente, mas sim agindo sorrateiramente, de forma a obterem o que elas querem.  Esta crença reforça a imagem das mulheres como fracas, falsas e manipuladoras.

Por que temos que ser covardes, falsas e manipuladoras, para nos relacionarmos com os homens? 

Ah, não posso me esquecer daquelas que vão mais longe:  garotas que escolhem ser manipuladoras, de forma a levar vantagem indevida dos homens.  Essas são um problema!
 

Pense nas garotas que vivem de seu sex appeal (por um emprego, promoção, qualquer coisa).

Pense nas garotas que dão o "golpe da barriga" num homem, seja a fim de forçá-lo a manter um relacionamento, seja a fim de simplesmente se tornarem mães (se o homem quer ou não, não lhes importa).

Pense nas mulheres que trabalham contra os direitos das mulheres, por exemplo, políticas ultraconservadoras, que se opõem fortemente ao direito de aborto e à liberdade de direitos reprodutivos.  Estas são muito piores do que collabos, ou colaboracionistas:  estas são TRAIDORAS.

Tuesday, June 07, 2016

Collabo Women and Sexism



Why is sexism still alive?  Are men powerful enough to keep it, without women's help?
We all know how long has sexism been going on, and how historically recently have feminist ideas come to light.  Neverthless (at least in Western countries), I daresay that, if it were not so many  women's behaviour, sexism might already have severely subsided.
We must not hold the naïve belief that every women are victimized by sexism;  that every women are against it, when we all know that there are those who even speak against Feminism.
Consciously or not, many women perpetuate sexism.  
I'm not going to talk about the ones who are unconscious of their sexist attitudes;  I'd rather focus on women who choose to cooperate with sexism.  I'll call them collabos.
Collabo women are either those who openly defend  or cooperate with sexism. There are women who are openly against gender equality and speak their minds off as so.  They are, for example, those who say that Feminism has made women's lives more "difficult".  Some even say:  "I am not feminist, I am feminine."  In this category, I also put those who support sexism allegedly due to religious beliefs.
In Brazil, there are anti-Feminism groups and comunities.  They claim that men and women are not equal, which justifies each play different roles in society.  Women belonging to such groups say, for instance, that Feminism has made women work too hard and become overloaded;  that mothers have to be present in child-rearing and men ought to be the "chief of the family".  There is a story about such phenomenon, O movimento das anti-feministas (Istoé online magazine, in Portuguese).
Cooperation comprises many attitudes, such as adopting sexism-oriented behaviour or not opposing to it.  In this category, I put women who do not take action against sexist attitudes, like not reacting when confronted with a sexist behavior, comment or joke. Also, those that don't take action when they testify sexist violence, as well as those who don't support women who react against sexist attitudes.
Collabo women are also those who  (believe to) take advantage of sexism.  There are so many examples of it.  You see women who present themselves as "miss", even aware of its discriminatory character;  you'll often hear some ladies boasting themselves by "knowing" how to deal with men: never openly confronting them, but rather acting  surreptitiously in order to obtain what they want.  
This belief reinforces women's image as weak, false, manipulative.
Why do we have to be cowards, and false, and manipulative, to get along with men? 
Oh, I cannot forget those who go even farther:  girls who choose to be manipulave, in order to take undue advantage from men.  Oh, they are such a trouble!
Think of girls who make a living on  their sex appeal (for a job, promotion, whatever).

Think of girls who trap men by getting pregnant, whether to force them to keep a relationship, or to simply become mothers (for such girls, men's will doesn't matter).

Think of women  who work against women's rights, for example, extremely conservative politicians who strongly oppose abortion and free reproductive rights.  These ones are even worse than collabos:  they are TRAITORS.