Friday, January 20, 2012

O Autoritarismo dos Ecologistas

Os ecologistas são, hoje, uma das correntes políticas mais preocupantes do cenário mundial.


Seu discurso salvacionista jura-se "apolítico", "acima dos partidos" e afirma traduzir verdade absoluta, segundo a qual todos pereceremos se não "salvarmos o planeta" de acordo com suas conclusões. Sua postura mais comum é não admitir outra solução para os supostos problemas do mundo, senão a deles, nem discurso de resistência. Assim, para "salvar o planeta", vale sacrificar direitos fundamentais, como a liberdade e a igualdade.


Seguem algumas de suas propostas: fim das fraldas descartáveis; fim dos absorventes descartáveis; fim do plástico; obrigação de cada pessoa reciclar, sob pena de penas; repressão ao uso do veículo individual de passeio; combate aos combustíveis fósseis; combate ao consumismo. Alguns vão mais longe; assim, há os que combatem o modo de produção capitalista e também os arautos do vegetarianismo, do veganismo e até do "abolicionismo animal".

O abolicionismo animal prega o fim do consumo de carne (aves, bovinos, suínos, ovinos, mesmo peixes e crustáceos) e o fim do emprego do couro e da pele de animais nos calçados e no vestuário. Ainda, advoga - e vem obtendo sucessos - a limitação do uso de animais como cobaias. Pretendem, pois, a proibição do sacríficio dos animais para as finalidades mencionadas, sob o argumento de que a "exploração dos animais" pelo homem constitui "especismo" (preconceito de espécie, fundado na crença de que a humana é superior às demais).


A quem as propostas dos ecologistas mais impactam negativamente? Às mulheres. Os absorventes descartáveis muito contribuem para a higiene, conforto e liberdade femininos, de modo que o seu fim, além de retrocesso, traria transtorno inenarrável.

Quanto às fraldas descartáveis, é indisputável que quem mais se ocupa das crianças, trocando-as, são as mães. Logo, eliminá-las seria medida com impacto desigual sobre os sexos, muito mais negativo para as mulheres.

Os ecologistas não se importam com o retrocesso na qualidade de vida e na liberdade das mulheres que suas propostas, acaso implementadas, trariam.


Combate ao consumismo, ao veículo individual, fim do plástico: essa gente alienada e que não tem o que fazer quer destruir as conquistas da ciência, do progresso e o conforto que conquistamos. Quanto ao "abolicionismo animal" e ao combate ao tal do "especismo", que coisa: essa gente não se peja de seu machismo, de suas propostas péssimas para as mulheres, mas fala em "exploração dos animais"!? E, pior: tem muita mulher ecologista que aderiu a essas propostas.


Ninguém parece ter ouvido falar de uma coisa chamada cadeia alimentar.




E, coisas lindas, essa gente toda, quase sempre, prega a liberação da maconha e opõe-se ao combate eficaz ao crack... coitadinhos dos usuários de crack, tão inofensivos, uns fofos meio bobos, educadinhos, pedem um trocado pra gente, incapazes de fazer qualquer mal!




Do que o planeta precisa: queda de natalidade. Menor expansão da população. 7 bilhões? Vamos esperar duplicar a população? Em 1970, no Brasíl, éramos "90 milhões em ação". Em 2010, 190, cento e noventa milhões! Nas classes baixas, a natalidade ainda é muito alta e temos uma lei de planejamento familiar - Lei 9.263/1996 - que é um desastre.

Os ecologistas querem implantar, no mundo, algo semelhante a um "comunismo verde" - e estão conseguindo, graças à nossa falta de espírito crítico e amor à liberdade.

1 comment:

FERNANDO CS said...

Irretocável. Muito me intriga como os ditos ecologistas pretendem manter e ampliar a produção de energia com suas fantasias? O progresso é algo sem volta (para o bem ou para o mal) e as ideias abobadas de muitos deles ignora por completo isso; e parecem pretender lançar-nos de volta a era das cavernas. Sim, planejamento familiar!